14 de abr de 2014

Não existe mais nós...

Eu agradeço por cada comentário.
Por cada elogio.
Por cada critica.
Por cada vez que me fizeram sorrir. Mas, me perdoem. É o fim.
Esse blog foi criado há um ano atrás, e eu tive o relance de acabar com ele um ano depois. Me perdoem por isso.
Saibam que eu amo muito vocês, as que continuaram e as que se foram.
Mas esse é o fim.
Não creio que voltarei, pois é o fim do blog. Não da minha história.
Me perdoem novamente.
Obrigada por tudo, obrigada mesmo.
E isso é um adeus.


14 de mar de 2014

The Way You Are- Capítulo 1

                                       " A VIAGEM"




SeuNome POV'S 

Sou acordada pelo meu "querido" despertador as 5:30 da madrugada. Pera, O QUE? COMO ASSIM?! eu não lembro de ter programado para despertar a essa hora. Ah, claro,  lembrei da peste que mora comigo!

 -CHRISTIAN BEADLES!- Começo a gritar e escuto a gargalhada daquele infeliz.- VOCÊ ME PAGA SEU CORNO!
 -Epa, epa, epa! Wanderléia Clotilde, por acaso você está insinuando que está de chamego com algum brejeiro? 
 -José Cronivaldo, sabes muito bem que meu coração de carroceira diva é todo seu!- Entrei em sua brincadeira.
 -Bom mesmo, minha abobrinha!- Tá, agora já chega, mexeu com fogo.
 -Seu infeliz, você sabe que eu ODEIO abobrinha! Mas enfim, cansei de brincar. Posso saber o porquê de o senhor ter me acordado a essa hora da madrugada? - Ainda não esqueci o que ele fez, mesmo depois da "brincadeirinha".
 -Você esqueceu?- Pude perceber entusiasmo em sua voz, mas não sei por quê. Ah, claro nossa-minha- volta para a cidade onde encontrei o meu grande amor, tive a maior decepção da minha vida e fui trocada, mas isso não vem ao caso agora. Isso é passado.- Não né? Eu sabia, SeuNome, esquece essa ideia e vamos continuar aqui, você só vai se magoar lá.
 -Chris, meu gostoso, eu preciso ir até San Antonio, meus pais ainda moram lá, lembra? E também tem o Alex, ele é um dos meus melhores amigos.- Ele fez uma careta de indignação- Porém, você é mais.
 -Ok então, conseguiu me convencer, mas só porque me chamou de gostoso- Fez uma cara sexy, confesso que tive vontade de abusar daquele garoto, mas não tínhamos tempo pra isso. Qual é? Um pedaço de mal caminho daquele, só de boxer e fazendo cara sexy, ninguém resiste! Bom, a disputa é acirrada, mas eu preferia o Austin, quero dizer, ai esquece, é difícil de explica. O importante agora é que estou "de rolo" com o Chris, ele sim me dá valor!- Nossas malas já estão prontas, só falta nos arrumarmos, por que se formos tomar café-da-manhã aqui, vamos nos atrasar e perder o avião. Mas antes disso você não está esquecendo algo?
 -Não. Bom, eu acho que não.- disse a ele, que fez um ''biquinho''- Ah sim! Como pude me esquecer?!- Caminho até ele e dou um tapinha em sua irresistível boca, que ainda continuava com o biquinho, logo após tal ato corro até o banheiro, trancando a porta após adentrar o cômodo.

       *~~  7:15 am. - Aeroporto de Atlanta  ~~*

 Após tomar meu banho e terminar de me arrumar viemos direto para o aeroporto, depois de muita briga o Chris pagou o táxi e fomos fazer o Check-In.
 
 Eu estava com fome, pois não tinha tomado café-da-manhã, então arrastei meu querido amigo até um Starbucks que havia dentro do aeroporto, fui até a fila e pedi um cappuccino e oito brownies, Chris pediu um frappucino e disse que comeria os MEUS brownies, ousado sim ou claro? Depois de mais uma discussão, eu paguei a conta e fomos nos sentar naquelas cadeiras desconfortáveis, quando ia pegar meu celular na bolsa escutei uma voz anunciando:

  " -Atenção senhores passageiros do voô 369, primeira chamada para embarque no portão 7. "

 Embarcamos e começamos uma conversa aleatória, fomos interrompidos por uma voz extremamente irritante vinda dos auto-falantes, anunciando para colocar o cinto, pois o avião já iria decolar. Coloquei o cinto e começamos a comer. Quando terminamos apoiei minha cabeça no ombro do Chris e sinto meus olhos pesarem, caindo em um sono pesado.

  ~*~*~  Algumas horas depois. ~*~*~

 Sinto vários beijinhos em meu rosto, sorri e abr meus olhos, tendo a visão do meu Chris sorrindo, meu sorriso aumentou ao lembrar dos nossos momentos juntos e aproximo nossos rostos.

 -Você é perfeito!- ele sorri muito mais e me beija com todo carinho e paixão.
 -Você que é perfeita!- e nos beijamos mais uma vez.- O avião já pousou, vamos.- ele disse partindo o beijo com selinhos a cada palavra dita.
 -Vamos sim.
 
 Saímos  do avião e fomos pegar nossas malas, saindo da área das esteiras e indo em direção a um táxi, na saída do aeroporto.
 Entramos no veículo após colocar nossas bagagens no porta-malas, e fomos em direção à casa dos meus pais, que nem imaginavam que eu estava vindo, ou seja, a minha chegada era para ser surpresa. Seguimos o caminho inteiro com beijos, abraços e conversas aleatórias.
 -Chegamos- escutei a voz do motorista nos avisar.
 -Obrigada!- sorri e ia lhe entregando o dinheiro quando Chris segura a mesma e paga o motorista.- Christian Jacob Beadles!
 -O que foi paixão?- falou com um sorriso cínico e pegou nossas malas, ele não deixou eu levar as minhas, pois disse que eu sou uma dama e tem que passar uma boa impressão aos meus pais.- Toca a campainha né esperta, ou quer que eu faça isso também?!
  Ri e apertei o botão da campainha dando um passo para trás, eu estava nervosa, não sei por quê, meu coração estava acelerado, minhas mãos soavam frio e eu tremia. Eu realmente não tinha noção de o porquê aquilo estra acontecendo, eu ia ver os meus pais e não me casar, não que os ver seja insignificante, mas acho que não era pra tanto.
 Ouço o barulho das chaves destrancando a porta e logo a maçaneta girando, meu coração falhou uma batida, minha visão ficou embaçada e logo após voltou. Eu só posso estar vendo coisas, eu prefiro acreditar nisso a ter que aceitar que estava o vendo novamente. Estava vendo aquele que me abandonou no momento em que eu mais precisava dele, me deixou por uma vadia! Mas essa era a verdade, ele estava ali na minha frente me olhando com aqueles olhos verdes arregalados e com a boca aberta. 
 -Austin?!- disse em um sussurro e com os olhos arregalados.


 Austin Mahone POV'S




        ******CONTINUA******
   Oiieeeee!
E aí? Gostaram ou ficou tão ruim que vocês querem jogar ovo podre em mim?! Por favor, comentem para eu saber se vocês gostaram! Eu estou aqui depois de mais de uma semana (nooops, magina! Tó lá ainda -.- ), enfim eu prometi postar o capítulo 1 no dia em que postei a sinopse. Bom, não deu, porque? Os dois pc's da minha casa foram para o concerto e para melhorar o notebook do meu pai  também, então não deu para eu postar, o WiFi da minha casa tá um lixo e o técnico ainda não foi arrumar. Que sorte né?! Bom, eu não sei quando vou postar o próximo capítulo, porque eu estou postando na casa da minha madrinha e não sei quando os pc's vão chegar. Vou tentar postar o mais rápido possível, prometo! Gente, eu ainda to aprendendo a mexer no Blogger, me desculpem qualquer coisa!
 BEEEIJOOS! :*

7 de mar de 2014

The Way You Are





Sinopse:

 Flashback On
"Tristeza? Bom, acho que é impossível esse sentimento estar em meu coração. Por que? É simples explicar, eu sou a garota mais feliz deste mundo, tenho namorado perfeito, ele é lindo, carinhoso, leal e me faz sorrir apenas com o olhar!

 -Amor? Amooor? AMOOOOOR?!- Austin gritou, despertando-me de meus pensamentos.
 - Oi vida!- Respondi animada devido a lembrança da noite em que nos conhecemos.
 - Você está me escutando?- Neguei com a cabeça, dando um sorriso sem-graça. - Eu sabia que não! Ééér... Hãn, posso te contar uma coisa? - Assenti.- Hãn, quer saber? Deixa pra lá.
 -Fala amor, agora você me deixou curiosa!
 -Nada, só queria dizer que te amo acima de tudo e nunca vou te magoar!
 -Eu também te amo meu príncipe!- Logo em seguida ele me beijou como se fosse a última vez."
 Flashback Off
  E realmente aquela foi uma das últimas vezes que eu senti seus lábios doces e perfeitos.

 Flashback On
 Hoje finalmente é sexta-feira, Austin não foi a escola e resolvi ir até a casa dele quando saísse da escola, bom, é isso que estou fazendo na verdade. Cheguei na porta de sua casa e a abri com a chave que o Aus me deu, comecei a subir as escadas silenciosamente, queria fazer uma surpresa para ele. Cheguei a porta de seu quarto e a mesma estava fechada, mas dava para escutar sons vindos de dentro do quarto. Não, não é o que eu to pensando. Não pode ser!

 " Austin, você me ama?- uma voz de vadia perguntou, gemendo. Não, não, não e não!
 "Sim, eu te amo! Você é a única, sempre vai ser, nós vamos ser felizes. Eu, você e o nosso bebê
Aquilo foi o cúmulo, deixei a carta e o presente cair, os quais tinha pego em minha bolsa, que deixei no sofá. Logo após eu desci as escadas correndo, pegando minha bolsa onde tinha a deixado, abri a porta e deixei as lágrimas caírem após atravessar a mesma. Corri como nunca, tudo o que eu queria era estar na minha cama, sendo despertada pela minha mãe dizendo que tudo o que acontecia era um pesadelo e que tudo ia ficar bem. Mas nada vai ficar bem, eu sei disso. Nada vai continuar o mesmo, e eu vou ter que matar quem está me matando, o meu coração. 

 Flashback Off

 Categoria: Austin Mahone.
 Gênero: Romance, drama.
 Autora: Thalia Rocha.
 Iniciada: 07/03/2014

                                             Heey! :)

 Bom, eu não sei como começar, então vou me apresentar. Meu nome é Thalia, tenho 14 anos e sou leitora do blog, acompanho já faz um tempo. Obrigada pela oportunidade Amanda, sério mesmo, fiquei muito feliz!
 A SeuNome vai ser interpretada pela Megan, porém continuará sendo SeuNome. Deu pra entender?      Desculpa gente, eu to meio ansiosa para saber o que vocês vão achar da fic uhauhsahsu'  
 Daqui a pouco eu vou postar o primeiro capítulo, ok?!
 Espero que gostem, se não gostarem de algo podem me avisar (e por favor, façam isso, irá me ajudar muito!) e eu verei no que posso melhorar :3 
 Essa é a minha primeira fic, e a primeira postagem pública também, novamente espero que gostem!
                                                                     Beijos! :**

5 de mar de 2014

Loving You Is Easy - Capítulo Treze


“Pass me by”
Austin’s voice
            Depois de ter passado a “meia-tarde” com Cassie, Michael, Ashton e Calum (5sos’s boys), voltamos para o estádio. Agora devia ser mais ou menos 15 ou 16 horas da tarde, e o show começaria 18hrs.
- Ainda bem que você chegou. – Tim balbuciou. – Vá ao seu camarim, e os produtores estão lá te esperando.
- Onde está SeuNome? – perguntei o seguindo.
- Já está pronta.
[...]
            O show foi como o combinado. Talvez até mais que o combinado, foi totalmente perfeito. As fãs. Todas, estavam muito animada hoje, e logo depois do show, a equipe, e contando os 5sos, saímos para um restaurante para comemorar o grande show de hoje.

1 semana depois...
            Havia exatamente 2 dias que tínhamos indo embora da Austrália. Foi um pais ótimo de visitar. SeuNome mantinha contato com os garotos do 5sos sempre que dava, e eu estava sempre com ela.
            Hoje estava num estúdio de gravação para gravar o lycris da música Mmm Yeah. Ia ser bem legal, pois havia vários convidados e também íamos usar um estilo diferente de dança/ritmo e tudo mais que podemos imaginar.

SeuNome’s Voice
- PORRA QUE SAUDADES VOCÊS!!! – gritei assim que vi Miley e Madison na minha frente. – Quanto tempo, acho que uns 3 ou 4 meses? Uau. Ei, por que a cara triste Miley?
- Você não sabe? – Madison riu irônica, e Miley abaixou a cabeça. – Miley esta com uma doença grave. – sua voz saiu fraca, soando triste.
- Como assim? Doença grave? Que tipo de doença?
- Eu andei usando muitas drogas. – finalmente Miley pronuncia algo. – Depois que Liam me traiu, eu pensei que minha vida fosse melhorar eu fazendo isso. Com um apenas foda-se, eu quero é ser feliz! Mas, não foi como o planejado. – suspirou. - Estou com câncer no rim. – arregalei os olhos, e senti meus olhos marejados.
- Não Miley, me diga que isso é mentira! Pela amor de Deus. Me diga.
- NÃO É! Eu queria que fosse, mas não é. – balançou a cabeça.
- Isso tem cura? Me diga que sim...
- Ela tem 67% de chance. – balbuciou Mad. – As chances não são altas, mas também não são baixas.
- Eu só preciso fazer uma cirurgia. – tentou sorrir. – Eu posso muito bem viver com apenas um rim, mas sem álcool, drogas, fumaças tóxicas e etc. se não é cabum Miley Cyrus! – fez um movimento com as mãos. – Liam Payne está vivo até hoje, com apenas um rim. Ele é um guerreiro! Por que eu não posso ser uma guerreira também?
            Hey, eu amo One Direction. Liam Payne já tem Collins em seu sobrenome, pois estamos casados. – sorri com meu pensamento idiota.
- E quando você irá fazer essa cirurgia?
- Não sei, talvez, no final desse mês. – sorriu.

Austin’s voice
            Exausto. Essa era palavra que me definia neste momento. Depois de um banho bem relaxante, eu tinha que comer algo, certo? Certo. O apartamento estava totalmente silencioso, eu acho que todos estavam dormindo, ou não tinha ninguém lá. Fui até a cozinha, peguei um copo de suco e um pão com geléia de goiaba, já que não tinha Nutella nessa bagaça. Ouvi um barulho esquisito, e me virei para trás e vi SeuNome com uma blusa grande e verde escuro que batia em suas coxas, e podia crer que ela estava apenas com a blusa. Seu cabelo estava meio descabelado, e SeuApelido continha seu iPhone na sua mão, ela levantou a cabeça em direção á mim e sorriu.
- Ah, oi Austin.
- Oi SeuApelido. – coloquei o pão e o suco sobre a bancada. Ela me encarou. E depois voltou seu olhar para o celular. – Quer comer algo? – negou. Me sentei ao seu lado, e comecei a comer. Aquilo estava estranho, ninguém abria a boca para falar algo. – Onde estava por esses dias?
- Ah, estava com a Miley. – sorriu fraco. – Você sabe né?
- Ah, claro. – suspirei. – Sinto muito.
- Não sinta. Ela irá ficar bem logo. – sorriu – Estou sem sono e você?
- Perdi o sono quando te vi. – ela corou. Ela se levantou e foi até a sala, e logo voltou com um papel em sua mão.
- Eu não queria te mostrar isso. – se sentou ao meu lado novamente. – Nunca. Eu fiz essa carta quando tinha apenas 15 anos, eu acho. – riu. Ela me entregou a carta. – Leia, com cuidado.
            Peguei a carta de sua mão e observei a mesma. Era toda branca, com uns detalhes rosas e roxos.
Querido Austin... oh, não. Que brega. Amigo Austin. NÃO! Olá A-meezy. Estamos aqui nos reencontrando novamente. Eu sei que o tempo passou, e que pensamos que nunca mais iríamos nos ver, mas olha, estamos aqui novamente. Bom, como nossa amizade sempre foi firme, desde o nosso 4 anos, nos perdemos de repente assim, e só voltamos a nos ver novamente agora, 8 anos depois. Eu queria dizer que assisto aos seus covers todos os dias, principalmente o do Just The Way You Are, que você diz que é relacionada á mim. Você realmente sabe por que eu te deixei né? Não? Eu irei lhe contar: Eu não te deixei. Isso seria umas das últimas coisas que eu fazeria em minha vida. Jinsu, é ele, ele é o problema. Ele que causou tudo isso! Por causa de Jinsu, tive que me mudar para Nova York, simplesmente deixar minha vida em San Antonio para trás, e viver um rumo novo. E oh, eu queria tanto estar ao teu lado. Minha mãe sempre diz, “vocês são novos para isso, SeuApelido. Você tem apenas 15 anos, e Austin 14. Vocês ainda são crianças para entender sobre amor”. Mas, como sempre dizem o amor não tem idade. Só  queria dizer que te amo, e estou com saudades. By; SeuNome Collins Jx”
            Terminei de ler, e encarei SeuNome, que mexia em seu celular, fingindo estar lendo algo.
- Isso é sério mesmo?
- Por que não seria? – deu de ombros. – Eu só tinha 15 anos.
- SeuNome? – ela me encarou. – Você ainda me ama? – eu sei que fui um idiota em perguntar isso, mas eu realmente queria ouvir a verdade saindo da boca dela. Ela encarava um ponto fixo, e abaixou a cabeça a mexendo.
- Eu não sei.
- Não existe eu não sei, existe apenas sim ou não.

- Quer saber? – pausou. – Eu nunca deixei de te amar, nunca.

22 de fev de 2014

As Long As You Love Me - Capítulo Vinte e um



“T. Mills e, ah, vocês voltaram.”
Miami; SeuNome On.
            Estava tudo perfeito. Não totalmente perfeito, mas estava, perfeito. Adam havia morrido já fazia dois meses, e nesses dois meses, não vi Austin, e nem tive uma noticia dele, o que era bom, e ruim. Cada dia que passava, eu me preocupava com ele, ou agradecia mentalmente e fisicamente por ele não estar aqui do meu lado me enchendo o saco. Nesses dois meses, eu tenho mudado muito, eu tenho ficado mais madura, talvez. Eu apenas com 15 anos, frenquentava várias pub’s e bars numa boa, sem ao menos alguma autorização por ser de menor, ficava com vários caras, mas só rolava beijos, porque eu não deixava nenhum homem me tocar.
            Terminava de botar meu salto, olhei me no espelho e estava vestida de um modo ótimo para a ocasião *. Eu não iria só para essa festa, como também iria causar algo que não me daria uma boa impressão, talvez. Fui à garagem que certamente é, ou era de Austin. Passei meus olhos pela dezenas de carros por ali, e acabei optando pelo Audi R8, acelerei o motor, e fui em direção á uma das pub’s mais famosas de Miami. [...] A Pub não ficava tão perto de casa, era um tanto longe. Mas, eu fiz um atalho que Chris havia me ensinado, e cheguei lá em menos de uma hora. Chegando, todos que estavam na entrada pararam para olhar aquele grandioso Audi R8 branco, esperando da pessoa que iria sair de lá. Estacionei o carro em lugar meio escondido, nunca era bom arriscar quando se tem um carro de luxo moscando por ai. Passei diretamente por um grupo de uns caras que ficaram me elogiando com palavras desnecessárias. Em poucos minutos, já estava dentro da pub, que estava mais animada do que nunca. Estava tomando um drink, praticamente, quase desistindo de estar ali e voltar para minha cama quentinha e macia naquele momento. Estava me levantando, quando sinto uma mão forte segurando meu pulso, olho para frente e me deparo com um garoto alto –bem alto mesmo-, com um alargador em suas orelhas e com um braço fechado de tattoos (assim como o de Justin), e sua tatuagem também ocupava a metade do seu pescoço. Ele continha um sorriso no rosto, e podia jurar que ele tinha uma cara de idiota, mas era loucamente lindo.
- Olá. – ele sorriu e eu retribuiu. – Por acaso a moça está sozinha? – assenti.
- É o que parece. – ele se sentou ao meu lado.
- Sou Travis Mills, mas me chame de T. Mills.
- SeuNome Bieber, se preferi, chame de SeuApelido. – ele arregalou os olhos.
- Então, você é a famosa Bieber? – sorri sólida.
- Vejo que estou sendo bem conhecida por aqui.
- Não é só por aqui, gata.
            Travis mexeu em seu bolso, tirando de lá dois pacotes. Ele sorriu para mim de lado, enquanto eu o observava, ele abriu o pacote e eu sabia o que era aquilo. Sorri para mim mesma como reprovação, oh não.
- Isso é...
- Isso mesmo que você está pensando. – sorriu. Travis pegou um papel, e jogou a erva sobre ele e começou a enrolar o mesmo. Depois, fez isso com outro e pegou um isqueiro acendendo um. – Vai querer um? – me ofereceu, eu não sabia o que dizer. Eu já havia fumado maconha, mas estava com Vanessa e os meninos neste dia, mas hoje... eu estava sozinha.
- Vou. – peguei da mão dele, acendi o baseado e comecei a tragá-lo.
            Fiquei conversando com Travis, e vi o cara legal que ele era. Ele tinha apenas 18 anos, e era completamente um garoto animado. Antes, ele me parecia um cara sério e quieto na sua, mas ele era completamente do contra. Depois de ter fumado uns baseados, cheiramos duas fileiras de cocaína! Isso que eu estava fazendo era errado. Travis tentou me impedir, mas eu tinha noção do que estava fazendo.
- Você está exagerando, SeuNome. – ele riu.
- Não estou, gato. – gargalhei e me levantei. – Vem, vamos dançar. – o puxei pela manga de sua blusa, e o guiei até o meio da pista. O DJ tocava Boneless (original mix), uma música perfeita para se dançar na pista quando esta doidona. Eu rebolava no ritmo da música, empurrei Travis para trás de mim, e mandei ele dançar também. Ele dançava junto comigo, e continha sua mão na minha cintura. No refrão da música, começamos uma sintonia de ritmo agitado. Travis me virou para frente dele, e eu o encarei nos olhos, puta que o pariu, como ele era lindo. Ele apertou mais minha cintura, e encostou sua boca na minha, e começamos um beijo feroz e cheio de luxuria. Como ele beijava bem. Eu necessitava daquele homem, eu não era puta nenhuma, mas eu precisava dele. Austin havia sumido do nada, e me deixado sozinha naquela casa enorme, apenas com as empregadas, e de vez em quando minha mãe me visitava para eu ver Jaxon e Jazzy. Justin também havia sumido, Chris, Alex, Robert e Zach. Todos eles desapareceram do mapa. Eu perguntava para minha mãe sobre eles, e a única coisa que ela falava sempre era “eles vão voltar logo” Qual era a necessidade daquilo? Parti o beijo, e sorri maliciosa para Travis, que contribuiu o sorriso. – Acho melhor encontrarmos um quarto. – ele assentiu.
            Travis segurou em minha mão, e subimos para área vip, que no fundo do corredor, havia vários quartos. Apertei sua mão com força, e ele me olhou assustado.
- Aqui não. – disse baixo. – Vamos para outro lugar, por favor.
- Tudo bem.
            Eu abri a porta do meu carro, e fomos até minha mansão. No caminho, fomos cantando músicas sem sentidos, como se fossemos umas estrelas do rock, coisa que estava bem longe de nós. Chegando em minha casa, abri a porta da sala, e Travis a fechou brutalmente, me agarrando pela parede. Continuamos o beijo até ele me jogar no sofá, e se deitar por cima de mim ainda me beijando. Isso estava me deixando doida.
- Vamos começar logo com isso. – falei ofegante.
Dia seguinte; 08hrs24min.
            Acordei com a cabeça ardendo, olhei para o lado e vi que estava na minha cama, e que quarto bagunçado era aquele? Oh céus. Revirei os olhos ao me lembrar da noite anterior, o que eu fiz mesmo? E onde estava Travis? Procurei pelo meu celular e encontrei ele jogado no chão perto das minhas roupas, peguei o mesmo e tinha duas mensagens.
Hey princess, sou eu, Travis. Tive que sair, tenho coisas muito importantes para resolver no trabalho. Im sorry
Como eu tenho seu numero, resolvo te ligar mais tarde ok? Até lá, beijos”.
            Guardei o celular de volta, e fui tomar um banho. Ouvi um barulho de porta sendo destrancada, e uma gritaria. Era eles?
Austin’s voice
            Finalmente casa. Era isso que eu queria falar há dias, e finalmente consegui. Voltar á minha casa era umas das melhores coisas do mundo. Eu e os garotos entramos tumultuando dentro de casa, parecia mais uma feira aquilo ali. A casa estava em perfeito estado, e assim que vi Maria, a empregada, corri até á ela dando lhe um abraço.
- Meu Deus, vocês voltaram. – ela falava animada. – Estava sentindo falta de vocês, garotos.
- EU TAMBÉM TIA!!!! – Justin gritou e todos pularam. – Cadê minha mãe? A Jazzy? O Jaxon? Cadê a SeuNome?
- SeuNome. – sussurrei para mim mesmo, e subi as escadas rapidamente e fui até o seu quarto. Ouvi o barulho do chuveiro sendo desligado, ela estava lá. A porta do banheiro estava aberta, abri a mesma e me deparei com ela enrolada na toalha, penteando seu cabelo enfrente do espelho. Ela olhou para mim assustada, e eu “corri” até ela dando um abraço. Ela contribuiu, mas logo me soltou e começou a socar meu peito.
- Seu idiota, onde você estava por esse tempo? Dois meses fora? Sem nenhuma noticia? Eu te odeio, Mahone. – ela dizia enquanto socava meu peito, eu ri e ela me encarou brava e voltou a me bater. – Por que está rindo, idiota?
- “segurei seu pulso, e fiz com que ela olhasse para mim”. – Hey calma. Eu já voltei, isso que importa.
- ISSO QUE IMPORTA?!? – ela gritou e eu revirei os olhos. – Você some, e volta assim do nada? Vai se foder Austin.
- Porra SeuNome, eu estava resolvendo coisas do trabalho. Da máfia. E também de seu pai, acha que foi fácil? Você acha que eu queria estar na porra do Japão, longe da minha mãe? De você e da Pattie? Cara, não foi fácil, compreende as coisas primeiro... – ela se soltou de mim, fechou os olho e contou até dez. SeuNome abriu os olhos e sorriu para mim, me dando um abraço longo. Eu hein, garota bipolar.
- Eu senti tanto sua falta. Que estúpido. Eu fui uma garota estúpida, me desculpa. – assenti sem ela ver, e a abracei.

- Tudo bem SeuNome, se troque. Tem gente que ainda sente sua falta, e ta louco pra te ver.
Me desculpe pela demora. Me desculpe pelo capítulo ser super bosta. Eu só consegui postar hoje, porque meus pais saíram e eu consegui escrever esse capítulo nada legal. Não se preocupem com o Travis, ele é apenas mais um personagem que vai deixar a fic -segunda temporada- mais interessante. Ele não é nenhum cara do mal, só é um cara bem legal e vai ser um amigo da SeuNome (eu jogando spoiler, flwww). Eu tive que colocar o Travis como esse personagem, eu estava pensando em outros, mas vi que ele se encaixaria perfeito nele, e deu nisso. heueheu. AH, NÃO SE PREOCUPEM² SEUNOME NÃO IRÁ VIRAR PUTA POR TER DORMIDO COM T. MILLS, ELA SÓ TAVA DROGADA, POR ISSO COMETEU ESSE ERRO JSHUJHFIHGFYGFHDS é isso COMENTEM BASTANTE 

16 de fev de 2014

As Long As You Love Me - Capítulo Vinte


“The crew returned”
            Aquele noite havia sido um tanto agitada para SeuNome, que estava toda ‘machucada’. Seu irmão, Justin, tentou cuidar dela o mais possível que podia. Tentava deixar ela mais aconchegante do que o possível. E Austin, queria sai logo de Bahamas, e voltar para Miami, para continuar com seus deveres. Mas, para isso, ele devia fazer algo antes disso.
- Então, quero todos aqui mesmo ás 21hrs da noite.
- Não acha isso meio perigoso, Austin? – Robert balbuciou.
- Perigoso? – riu irônico. – Meu caro, nada é perigoso para Austin Mahone.
- Se você diz...
            Aquilo que Austin planejava era perigoso? Mais é claro que sim. Aquilo arriscaria sua própria vida. Aquilo arriscaria a vida de todos que estariam ao seu redor, ou seja, aqueles que Austin ama.
Voice’s SeuNome
2 anos depois
- Hey Chris. – sussurrei. – Por mais quanto tempo vamos ficar aqui?
- Até que Austin dê o sinal. – revirei os olhos.
- Já estamos há 20 minutos nessa merda. – ele me fuzilou. – Que foi?
            Chris me deu um empurrão de leve, e pude perceber que Austin acabará de dar o sinal. Era agora, em que minha vida mudaria. Para melhor? Esse é o problema, eu não saberia se esse seria o melhor para mim, ou não.
- É agora. – suspirei e me virei para Chris, vi algumas gotas d’água nos olhos dele. O abracei com força e depositei um beijo sobre seu pescoço e logo sobre sua bochecha. – Obrigada por tudo Chris.
2 anos antes. Atualmente
            Acordei com a luz forte sobre os meus olhos, e sinto uma respiração sobre meu pescoço. Me mexi com alguma dificuldade, abri os olhos e me deparei com Jaxon me abraçando pelo pescoço e dormindo que nem um anjo. Sorri instantaneamente, eu me direcionei até á ele, dando lhe um abraço. Ele acordou um pouco assustado, mas logo retribuiu o abraço. 
- O que você faz aqui, Jax? – sorri.
- Mamãe queria ver você, SeuApelido. Quando você foi seqüestrada pelo puto do Adam...
- Epa, epa. Sem palavrões Jaxon Bieber. – ele assentiu bufando. – Pode continuar.
- Então, quando você foi seqüestrada, ficamos muito preocupados. Mamãe chorou muito quando Austin contou para ela, e quando soube que Austin encontrou você, ela veio o mais rápido possível pra Bahamas. – ele disse com um pouco de dificuldade, que ninguém entenderia. Mas, eu entendi.
- Ah claro. E a mãe está aqui? – ele assentiu. – Ok, avisa á ela que eu já estou indo.        
            Ele saiu do quarto, e eu fui tomar um banho. Meu corpo ainda havia pequenos arranhões, e minha cabeça doía um pouco. Procurei minha mãe, e só achei ela sentada na cadeira de balanço perto da piscina.
- Mãe? – ela se virou rapidamente, me dando um abraço. – Onde está todo mundo? – ela me encarou por uns segundos, e olhou por cima do meu ombro, sorrindo.
- SeuApelido, nós nunca tivemos momentos só nossos. Que tal, um dia de mãe e filha? – sorri.
- Não acha meio perigoso, por ser aqui em Bahamas? E pelo acontecimento de Adam...
- Eu te prometo. – sorri largo. – Ele está no lugar certo agora.
Mahone’s Voice
Bahamas. 20hrs49min. Mansão de Adam.
            Olhei pela janela do carro, e vi a mansão de Adam, com vários seguranças em sua volta. O que Adam não sabia, era que aqueles seguranças acabariam servindo para nada, e que seu dinheiro que pagá-los-ia ser um desperdício. Olhei para o meu relógio de pulso, e vi que marcavam 21hrs. Exatamente. Sai do meu Audi preto, olhei para os lados, e sabia que os crews já estavam posicionados em seus devidos lugares. Meu celular apitou, e era uns deles.
- Beleza Austin. – Alex balbuciou. – Justin e Zach acabaram com dois seguranças do fundo, então já está livre para você passar.
- Ok, onde estão os outros?
- Em seus lugares. – pausou. – Eu vou estar monitorando tudo. Ah, Adam está em uma reunião com alguns dos seus agentes em seu escritório, primeiro andar, e tem um garoto com ele.
- Garoto? – sussurrei.
- Sim. Vá Austin, você não tem muito tempo. – ele finalizou a ligação.
            Guardei o celular de volta ao meu bolso. Coloquei meus óculos escuros, por uma boa ocasião. Dei a volta na mansão pelo lado obscuro daquela rua, sem que ninguém percebesse. Cheguei nos fundos da mansão, e apertei um botãozinho vermelho que Alex havia instalado em nossos celulares, para eu dar o sinal.
            Entrei na mansão, e estava num imenso silêncio. Coloquei minha mão sobre a cintura, já posicionando a arma, fui andando lentamente até a porta de madeira tesada, e Justin apareceu do lado com sua arma já pronta. Ele fez um movimento no ar, dizendo que iria abrir a porta, e todos “entrariam em ação”. Agora, era a hora em que Adam pagaria por tudo.
            Justin abriu a porta com força, já apontando a arma para atirar, quando eu Justin levamos um susto. Não havia ninguém naquela sala.
- Porra Adam!!! – gritei.
- Cadê esse vagabundo? – Justin disse já irritado.
            As luzes se apagaram, e eu levantei minha arma, e em segundos, ele estava de volta. E lá eu via Adam com seu sorriso sínico no rosto.
- Desgraçado. – falei entre os dentes.
- Ora, ora Mahone. Acho que dessa vez, seu planinho inútil f.a.l.h.o.u
- Você acha mesmo, Adam? – ri irônico. – Você não me conhece não é? Você acha mesmo que eu ia vir aqui, com uma só arma, e tentar te matar? – ri alto. – Pensou errado. – sussurrei sorrindo. A porta se abre brutalmente, e de lá, entra Chris, Zach, Robert e Alex. Zach, com a porta da arma, dá uma pontada bem forte na nuca dele, o fazendo cair desmaiado no chão. – Isso aê. – sorri e fiz um toque com Zach. – Agora, temos que acabar com Adam de uma vez por todas. Eu estive esperando esse momento há anos.
[...]
            Estávamos todos num ferro velho. Adam continha seu pulso e perna enrolados com uma corda bem forte, havíamos colocado Adam dentro de um carro velho, e estávamos esperando o mesmo acordar, pois o desgraçado ainda estava desmaiado. Agora sim, eu teria minha vingança, por tudo, tudo, que Adam me fez passar, por pessoas que eu amava que ele me fez perder, mas, agora ele pagaria. E pagaria de uma forma lenta e dolorosa. Nós terminamos de jogar bastante litros de gasolina sobre o carro, por dentro, na frente e atrás, até jogamos em Adam para facilitar o trabalho...
- Hey Carter, ele está acordando. – Robert sorriu.
            Observei o desgraçado do Adam acordando, e os garotos estavam atrás de mim, com braços cruzados, sentindo prazer por ver aquilo. Adam olhou para a gente furioso pela janela do carro, e eu caminhei até o carro.
- Adam, Adam, Adam. – mexi a cabeça negativamente. – Eu te avisei, desde o começo, que não era para mexer comigo. E que você estaria brincando com fogo. – ele riu irônico, tentando se mexer, mas não conseguia mover nada, a não ser sua cabeça.
- O que irá fazer agora? Me matar? – riu.
- Esta meio óbvio, não?
- Sim está. – acendi um cigarro. – Eu espero que sua vida não seja como foi desejado, Mahone. Quero que você sofra em todos os seus momentos, que morra que nem Carter morreu. – pausou. – Eu tenho uma noticia para lhe ceder. – movimentei a mão para que ele continuasse, e dei uma tragada no cigarro. – Sua mãe, seus amigos, Pattie, Jaxon, Jazzy e SeuNome não estão á salvos. – sorriu irônico. – Cuidem deles, pois eles iram sofrer. Ou melhor, você irá sofrer.
- Suas últimas palavras, Adam.
- Vocês não estão á sós. – sorriu. – A vingança sempre vem primeiro. Vocês irão sofrer. – sem mais delongas, joguei o cigarro acesso pra cima de Adam, fazendo o pegar fogo, peguei o isqueiro, e o acendi botando por cima do carro, Adam gritava de dor e eu sorria por aquilo. Saímos de perto, e logo o carro explode, voando longe.
- Nos vemos no inferno, filho da puta.


HEEEEEEEEEEEEEEY EU VOLTEI u-u  Eu sei que dessa fez eu demorei muito, então, tive que recompensar vocês. Não ficou tão grande como eu queria, mas eu tentei. Então, como não ficou grande, eu aproveitei e coloquei o que vocês mais desejavam nessa fic: a morte do Adam putão. E teve ela uhuuuuuuuuul. MAS, agora vocês acham que acabou? Que o Austin tá livre? heueu ainda tem muito coisa pro papai Austin. É ISSO, AGORA VAI TER MUITO HOTTT! SE PREPAREM PARA A SEGUNDA TEMPORADA, QUE VAI PEGAR FOGO pajdsjkjsfjksf COMENTEM MEUS AMORES

10 de fev de 2014

EU NÃO MORRI c:

oi, sou eu, a mandy
bom, vocês devem ta se perguntando 'mas que merda que a amanda demora tanto pra postar?'. Bom, gente é que eu estou de castigo ¬¬' SIM, de novo. Eu vivo de castigo, né? Pois é, bom, eu já estou escrevendo mais um capítulo de As Long As You Love Me e Loving You Is Easy e logo logo eu posto. I PROMISSE!!!!!!!!
Love u all

4 de fev de 2014

Capítulo 17 - Suicide Love - Shit Sophia!

Capítulo 17 - Suicide Love




Alex: Caralho! Qual parte do eu sou claustrofóbico que vocês não entendem?-resmungou baixo e os outros riram-

Eu: Podemos ir já? -disse pegando uma chave especial pra abrir os parafusos- 

Austin P.O. V's

Ajoelhei no chão, e sim o duto de ar esta no chão (kkkk), desparafusei e olhei pra cima, era estreito, muito estreito

Alex: Não sei porque, mais eu acho que vamos ficar presos nesse bagulho 

Eu: Cala a boca! -disse mal humorado-

Chris: Nossa! Que humor em Austin. Brigou com quem dessa vez? Ou nome do seu mal humor se chama Sophia?

Eu: Vai se foder! -joguei a mochila e entrei no duto-

Alex veio logo atrás, e nós fomos subindo, até que a porra do Alex começou com frescura no cú e passou mal. Argh!

Eu: Porra Alex! E agora? -falei bravo-

Alex: Austin temos dois problemas -o encarei- Eu to entalado-tentou se mexer, mais não saiu do lugar-

Eu: Merda! Merda e merda!

Andrew: Eu não sei se eu ajudo vocês ou se eu dou risada -deu uma pausa- Ah é eu já estou dando risada -riu-

Eu: Caralho!

Robert: Alex? 

Alex: Fala!

Robert: Se mexe devagar pra um lado e para o outro, bem devagar, pra não fazer barulho tudo bem?

Alex: Pera ai, eu vou tentar -tentou, mais não conseguiu- Não ta dando! E agora?

Eu: Já não basta a Sophia, e agora você também Alex? -perguntei quase aos berros-

Chis: Eu sabia! -gritou no ponto- E cala a boca, fala baixo! -bufei-

Eu: Vamos fazer assim, eu vou chutar você, pra você voltar e eu vou sozinho pode ser? 

Alex: Ta louco?

Eu: Eu vou descer, dentro do cofre já e depois eu subo e jogo as malas pra você e você pega e nós vazamos pode ser?

Alex: Ta, mais cuidado! -assenti e coloquei meu pés em seus ombros e comecei a dar leves chutes e empurrões e puf! Ele desceu de uma vez só- Ai caralho! -ri e continuei a subir-

Pulei dentro do cofre e abaixei rápido assim que vi o segurança do lado de fora, olhar pra dentro, por través do vidro! Droga e agora? 

Eu: Andrew? Tem um segurança aqui e a gora?

Andrew: Austin, tu vai ter que fazer ele desmaiar, não vai ter jeito!

Eu: Ta -bufei. Odiava ferir gente que não tinha nada haver com isso- 

Fui me rastejando até a porta e esperei ele vir pra frente dela, e a abri de uma vez só e dei uma coronhada em sua cabeça com a arma e ele apagou e nem viu. Voltei pra dentro do cofre e comecei a encher as malas. 1, 2, 3, 4, 5, 6 malas! Fui jogando tudo dentro do duto e entrei no mesmo empurrando-as com um braço em quanto usava o outro pra me rastejar. Logo cheguei na saída e Alex pegou três e eu peguei as outras e o alarme começou a disparar nos encaramos e corremos até a escada dos fundos, descemos e nos deparamos com os meninos e os carros, abri a segunda porta e soquei todas as malas lá e entrei do lado do motorista e Sam arrancou com os carros de lá.

Sophia P.O.V's

Adentrei o internato e vi várias pessoas que eu conhecia, me cumprimentar e outras fazer caras estranhas e se perguntar o que eu estava fazendo ali, aquela hora da noite, mas eu simplesmente não liguei e fui em direção do quarto de Manu e lá estava ela passando creme em seu corpo e assim que me viu deu um grito me fazendo rir

Manu: Meus Deus! O que minha amiga esta fazendo aqui? Quer dizer, você voltou e eu não vou ter que dormir sozinha mais? -disse me abraçando-

Eu: Não! Eu não voltei, mais eu vou passar a noite com você, porque eu não quero ficar mais lá por uns três dias! -rimos-

Manu: O que aconteceu? -sentou em sua cama e bateu a mão em sua frente pra mim sentar em sua frente-

Eu: Então, sabe? Eu não quero ver a cara do Austin tão cedo! Ele é um idiota e eu to com muita raiva e ódio dele 

Manu: Pera ai? O que que tem o Austin? -expliquei toda a historia pra ela e ela me olhou com os olhos arregalados- Oh My Josh! -ri- Mais e ai? Ele é grande? -fiz cara de confusa e ela fez um sinal super erótico-

Eu: Oche! -ri- Eu não vou falar sobre isso! Mais enfim... e você? Como está? 

Manu: Bem, e estou namorando oficialmente com o Drake -mostrou a aliança em seu dedo-

Eu: Ai. Que. Linda! -peguei em sua mão-

[...]

Acordei com o meu celular tocando, estava escuro ainda, o que me levou a deduzir que era de madrugada ainda, cocei os olhos e sentei no colchão. Eu e Manu havíamos os colocado no chão e ficamos conversando até dormimos

Eu: Alô? -disse meia tonta-

-Aonde você esta? -sua voz parecia brava-

Eu: Quem é? 

-Quem é o que? Para de graça!

Eu: Ainda não sei quem é, acho que você ligou pra pessoa errada -fiz de propósito-

- Sophia, aonde você esta? 

Eu: Xau!

- Sophia, por favor para de doce

Eu: Eu que to de doce Austin? Jura? 

Austin: Me fala aonde você esta, eu quero conversar!

Eu: Você sabe falar é? 

Austin: Quer saber, fica ai aonde quer que esteja então -desligou e eu bufei-

Austin P.O.V's

Depois de rastrear aonde ela estava, internato, como não pensei nisso? Peguei meu carro e segui pra lá, morrendo de vontade de dar umas porradas nela.

Ponto de Vista P.O.V's
Austin, estava louco por chegar em casa feliz e não encontrar-la lá, e ficou mais furioso ainda, quando Benedita disse que ela havia saído e que tinha dito que ele nunca mandaria nela.
Enquanto isso Sophia, se virava na cama de um lado pro outro, pensando no garoto, será que ele gostava dela, tanto quanto ela gostava dele? Sim, ele gostava! Pena, que quando ele decidir mostrar isso possa ser um choque pra ela, ou não, afinal eles já estavam juntos, de um jeito ou de outro não?! 

30 minutos depois

Austin descia de seu carro, sua jaqueta de couro preta, o aquecia daquele vento chatinho que estava fazendo ali no momento. Olhou no relógio notando que eram quase três e meia da manhã e mandou uma mensagem pra Sophia, que assim que a leu, arregalou os olhos, pegou seus coturnos e uma jaqueta jeans que estava jogada em cima da comoda de Manu e saiu até o estacionamento, a cada passo que a levava mais perto de lá, seu coração aumentava os batimentos, até o ver encostado em sua range rover vermelha, seu coraçãozinho só faltava saltar pelo peito. Se aproximou dele bem de vagar mantendo uma certa distancia e o encarou

Austin: Ora, ora -riu sarcástico- achou mesmo que eu não iria achar você?

Sophia: Como você sabia que eu estaria aqui? 

Austin: Não seja burra! Pra aonde mais você iria? Você não tem ninguém -se arrependeu logo depois de ter falado, mais continuo ali firme- 

Sophia: Eu não preciso ficar te ouvindo, eu não sou obrigada -sua voz mostrava repulsa, nojo e raiva-

Austin: Tem certeza? Eu acho que você é sim -se aproximou da mesma- 

Sophia: Oh sim! Você vai me bater? Eu acho que não! -sorriu irônica-

Austin: Não me teste! 

Sophia: Não me teste você querido, você não sabe do que eu sou capaz de fazer -ficou a centímetros do garoto-

 Austin: Ai meu Deus! Me socorrem, estou morrendo de medo de você! -seus olhos estavam prestes a pegar fogo de tanta raiva que ele estava sentindo- Você vai comigo agora! -segurou seu braço-

Sophia: Nossa! Quanto amor a minha pessoa, já não basta me deixar um dia inteiro presa no banheiro, vai me levar pra casa obrigada também? E vai fazer o que dessa vez? Me trancar no closet? Não, já sei, no armário de limpeza! -disse sarcástica- Faz me o favor né, meu querido!

Austin: Sophia, eu vou contar até três, pra você pegar a porra da sua bolsa aonde quer que você tenha a deixado, e vir comigo agora e dessa vez eu não estou brincando

Sophia: Então quer dizer que das outras vezes você estava? É, você tem razão eu não conheço você mesmo, não sei nem distinguir quando você fala sério e quando você esta brincando, e agora? Como vou saber se você não esta brincando também?
Austin: Quer ver como eu não estou brincando? -a desafiou-

Sophia: Se você me odeia, o que esta fazendo aqui atrás de mim? -Boom! Essa era a pergunta que ele mais temia que ela fizesse- hein? Você não gosta de mim, me odeia, então porque esta aqui em plena quatro horas da manhã quase me socando pra voltar com você? Responde!

Austin: e-e-eu-u nã-oo se-ei -gaguejou- Merda Sophia! Você vai ou não voltar? 

Sophia: Não! Mais você já sabe aonde eu vou estar, então portanto, quando souber o porque de estar aqui, você me procura ta? -se virou mais parou- Eu gosto de você Austin, gosto de verdade! E eu não quero ser mais uma na sua vida, então se você sabe que eu serei só mais uma, me poupe de sofrer lá na frente por favor -sua voz vacilou- por favor! -continuo andando, mais no meio do caminho, Austin a puxou e a beijou. Na hora! Ele pensava-


Olá! 

Hey! Esse ficou bem grande né? Enfim... galerinha do Mahone, eu vou ter alguns problemas pra postar de dias de semana, mais vou fazer um esforço ta? Mais é só porque minha escola é integral, tipo, das 7 da manhã as 16:30 da tarde, então espero que entendam ok? Vou tentar adiantar o máximo de capítulos que eu puder essa semana, então me ajudem ok? Vocês comentam e eu posto mais! 
Obrigado! 

♥♥♥♥♥ Beijos ♥♥♥♥♥